“Esse conceito é uma questão cultural que existe há séculos, mas é uma ilusão. Hoje o mundo não contempla mais isso. Muitos filhos, mulheres e homens, têm que trabalhar muitas horas por dia, em uma escala 6X1, em que mal têm tempo para dormir. Além disso, há muitos profissionais que trabalham em outra cidade ou país”, pontua o cientista social Jorge Félix, pesquisador sobre o envelhecimento e professor na pós-graduação em gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP).










