Um estudo internacional encontrou indícios de que a geografia e a genética interagem de maneiras complexas, podendo influenciar o envelhecimento. Ou seja, não basta saber de onde a pessoa vem para entender como o seu corpo envelhece, também importa onde o indivíduo vive atualmente. E, segundo os pesquisadores, mudar de continente está associado a diferenças no envelhecimento biológico das nossas células.











