Veja as principais notícias no MODO STORIES
Dirigente do BCE vê economia resiliente, mas aponta ameaça aos preços
Isaquias Queiroz fica longe do pódio do Mundial de canoagem na Polônia
bilionário iniciou império do ovo em MT
Eles moram em apartamentos de 9 metros quadrados em Paris: o que parecia ‘vantagem’ se tornou uma ‘fornalha’ inesperada
Rock in Rio: segurança terá mais de 7 mil agentes, além de drones
Dólar sobe a R$ 5,19 após tom mais duro de presidente do Fed
Prefeitura acata recomendação do MP e investiga ex-presidente do DAE-VG após vídeo com maços de dinheiro
Pantanal: enfrentar mudanças climáticas depende de outros cinco biomas
NOVA MUTUM CLIMA

“Vazamento da delação de Vorcaro pode gerar nulidade”, diz Vilardi


O advogado criminalista Celso Vilardi alertou sobre os riscos de nulidade processual causados pelo vazamento de informações sigilosas da delação premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Durante entrevista ao programa WW, Vilardi enfatizou que o principal cuidado neste momento deve ser conter os vazamentos que têm ocorrido com frequência.

“Eu acho que nesse primeiro momento o que me parece fundamental é conter os vazamentos. Nós vivemos num país absolutamente polarizado e, com toda essa questão de mídias sociais, é preciso lembrar que a delação é um meio de prova“, afirmou Vilardi.

O criminalista ressaltou que o simples fato de uma pessoa ser mencionada em uma delação não significa culpabilidade automática. “O fato de uma pessoa ser delatada, constar de uma delação, não significa que ela é culpada. O Estado vai ter que fazer a corroboração disso, a validação disso, a comprovação disso, para levar alguém para um processo e, finalmente, para uma condenação”, explicou.

Riscos de nulidade processual

Questionado se o vazamento poderia gerar uma nulidade no processo, Vilardi foi enfático: “O vazamento do anexo, se provocado por algum dos agentes obrigados ao sigilo, pode provocar uma anulidade”. Embora tenha manifestado ceticismo quanto à possibilidade de anulação, por não haver precedentes, o advogado demonstrou preocupação com a extensão dos vazamentos.

“Nós ficamos surpresos com a forma avassaladora que se deu o vazamento até de conversas íntimas, nesse caso, que é lamentável”, criticou o criminalista. Vilardi concordou com o posicionamento do ministro Gilmar Mendes sobre a gravidade da situação, embora tenha discordado da comparação feita com a operação Lava Jato.

O advogado ainda lembrou que, segundo a legislação, informações que não são relevantes para a investigação deveriam ser destruídas. “A lei diz que as questões que não interessam à investigação têm que ser destruídas. Quer dizer, nem poderia essa prova estar preservada, ela deveria ter sido dirigida à destruição”, concluiu Vilardi, reforçando a necessidade de maior rigor no cumprimento do sigilo processual para garantir a legitimidade das investigações.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News