“No Brasil, esse mercado paralelo é muito grande, diferente de outros países. Então, aqueles que são dependentes dessa medicação, muitas vezes usam receitas falsificadas ou buscam farmácias irregulares. Por causa desse mercado paralelo, não dá para dizer que o problema de abuso do medicamento está resolvido”, explica a médica Sandra Doria Xavier, do Instituto do Sono de São Paulo.










