Segundo a investigação, no dia do sorteio, a funcionária atendeu uma cliente e imprimiu um bilhete com defeito após a máquina apresentar falha. Em seguida, um novo comprovante com os mesmos números foi emitido e entregue à apostadora. Apesar disso, o bilhete com defeito não foi cancelado. Conforme as regras da lotérica, ele foi guardado em um cofre e passou a integrar o patrimônio do estabelecimento.
MT: entenda como casal conseguiu furtar bilhete de R$ 29 milhões











