Embora tenha se recusado a realizar o teste do bafômetro, policiais militares relataram que a médica apresentava sinais visíveis de embriaguez, como hálito alcoólico, olhos avermelhados e fala desconexa. O magistrado destacou que esses elementos, somados aos demais laudos periciais e depoimentos, são suficientes para comprovar a alteração da capacidade psicomotora.
Médica é condenada por atropelar e matar verdureiro em Cuiabá











