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iPhone 18 Pro Max pode ter custo de fabricação até US$ 300 mais caro


O custo de fabricação do iPhone 18 Pro Max deve aumentar em quase US$ 300, o equivalente a R$ 1.536 pela cotação atual, na comparação com a versão mais parruda da geração atual do smartphone da Apple, tornando o modelo ainda mais caro quando for lançado. A estimativa foi divulgada pela Counterpoint Research na última quarta-feira (8).

A empresa de inteligência de mercado especializada em tecnologia atribui a possibilidade de aumento principalmente aos custos da memória flash NAND que será utilizada na próxima atualização celular, devendo subir cerca de US$ 250 (R$ 1.280). O valor estimado é para a versão com 12 GB de memória RAM e 1 TB de armazenamento interno.

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Outros componentes também sofrerão aumentos

Além da memória NAND, o futuro lançamento da Apple terá o preço de produção impactado pela alta no processador de 2 nm. Rumores indicam que a gigante de Cupertino usará o novo chip A20 Pro no modelo, fabricado com essa tecnologia pela TSMC, cujo custo seria significativamente maior que o do A19 Pro.

  • No relatório, também são estimados aumentos relacionados ao conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max;
  • Supostamente, a variante receberá sensores com uma tecnologia de abertura variável atualizada, resultando em melhorias nas fotos e filmagens, e em custos extras;
  • Mas nem tudo vai aumentar, como aponta a Counterpoint, destacando que certos componentes seguirão o caminho oposto, como a tela;
  • Essa redução relacionada ao display e outras partes do dispositivo deve compensar, pelo menos parcialmente, os aumentos em chips e memórias.
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Comparação de custos de fabricação entre os iPhones 17 Pro Max e 18 Pro Max. (Imagem: Counterpoint/Divulgação)

Com lançamento previsto para setembro, junto aos demais integrantes da série, o iPhone 18 Pro Max deve estrear custando a partir de US$ 1.399, ou R$ 7.165 em conversão direta, sem considerar impostos e taxas, de acordo com o The Wall Street Journal. À reportagem, o CEO da Apple, Tim Cook, disse que a empresa avalia quais modelos sofrerão aumentos.

Uma estratégia que a big tech pode seguir é aplicar aumentos diferenciados para cada nível de armazenamento, em vez de elevar uniformemente o preço de toda a série, como relata o MacRumors. Assim, ela conseguiria gerenciar os custos sem abrir mão totalmente da margem de lucro.

Vale lembrar que os produtos da Apple apresentaram um grande reajuste de preços no Brasil, no mês passado, impulsionado pelos custos elevados de memórias, como justificou a marca. Saiba como ficaram os novos valores.



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