Veja as principais notícias no MODO STORIES
Eleições 2026: Virginia Mendes (União Brasil) é eleita deputada federal por Mato Grosso
Mauro Mendes e José Medeiros vencem disputa ao Senado; Janaína decepciona
Congestionamento no sistema de dados gerou atraso na apuração, diz TSE
PL elege 19 senadores e terá a maior bancada do Senado; veja divisão
Cleitinho Azevedo é eleito governador de Minas Gerais no primeiro turn
Veja a composição da Assembleia Legislativa de MT a partir de 2027
Eleições 2026: 20 governadores garantem vitória no 1º turno
Nova Mutum está entre os 74 municípios de MT com denúncias eleitorais no aplicativo Pardal
NOVA MUTUM CLIMA

IBP alerta “intervenção estatal” com medidas do governo sobre combustíveis


O IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) alerta que as medidas editadas pelo governo federal para conter o preço dos combustíveis aprofundam “largamente a intervenção estatal sobre a dinâmica empresarial em um setor que depende de previsibilidade regulatória, neutralidade tributária, isonomia competitiva e segurança jurídica”.

Observando experiências passadas, a entidade aponta que intervenções buscando monitoramento empresarial e controle de preços tendem a gerar distorções no mercado que podem desincentivar investimentos no setor e a oferta de produto para o abastecimento nacional.

“Como é notório, as recentes oscilações no preço do barril de petróleo e dos preços do diesel e gasolina, refletem a elevada volatilidade geopolítica global. Esse contexto exige movimentos para gerar estabilidade e segurança para os agentes econômicos poderem desempenhar ao máximo seu potencial operacional”, diz nota do IBP.

Para conter a alta dos combustíveis gerada pela guerra no Oriente Médio, o governo promoveu o “Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis”, que promove a subvenção à importação de diesel e GLP (gás de cozinha), além de aplicar regras mais rígidas de transparência e fiscalização no setor.

Segundo o decreto, a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) passa a ser a responsável por habilitar empresas, apurar valores, verificar conformidade e distribuir as subvenções.

O IBP destaca que a subvenção, nos termos da MP (medida provisória) editada, já prevê o acesso às notas fiscais dos agentes que solicitarem o recebimento do subsídio, com sigilo resguardado, a fim de avaliar se os requisitos previstos na legislação foram atendidos. Desse modo, aponta que é “desnecessária” a divulgação individualizada de margens brutas.

“A divulgação de margens brutas individualizada e semanal de agentes econômicos para fins de monitoramento e controle viola os princípios constitucionais de livre iniciativa e livre concorrência, bem como contraria também leis diversas como de liberdade econômica e mercado de capitais”, indica a entidade.

“Tais medidas podem produzir impactos negativos no mercado de combustíveis seja pela insegurança jurídica e regulatória, […] ou pelo prejuízo à isonomia competitiva com a exposição de dados de caráter estratégico e sensível, bem como pela percepção de intervenção discricionária no setor, podendo, ao final, afetar decisões de investimento, importação, comercialização e infraestrutura, gerando malefícios de longo prazo para o abastecimento”, conclui.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News