Veja as principais notícias no MODO STORIES
Avô por afinidade é condenado a mais de 21 anos por abusos
Chinesa busca acesso à Foz do Amazonas após descoberta da Petrobras
Santander: Juro alto está fazendo efeito esperado
Sorriso pauta diálogo sobre securitização
Fobias: por que temos tanto medo de coisas que provavelmente não irão nos machucar?
Análise WW: Juros altos colocam empresas e famílias nas cordas
Curso internacional de epidemiologia molecular em doenças infecciosas e parasitárias emergentes reúne especialistas em saúde
Avião fretado com oito pessoas cai em área remota do Alasca
NOVA MUTUM CLIMA

Federação norueguesa de natação veta campeonatos com russos e bielorrussos


A Federação Norueguesa de Natação anunciou que não sediará campeonatos internacionais enquanto a World Aquatics (WA) permitir que atletas da Rússia e de Belarus participem das competições, afirmou o presidente da entidade, Cato Bratbakk, à Reuters.

A decisão evidencia o aprofundamento de uma divisão dentro da comunidade internacional da natação após a WA suspender, na semana passada, as restrições de neutralidade.

“Nossa posição é clara. Não vamos sediar nenhum campeonato enquanto competidores russos e bielorrussos, tanto seniores quanto juniores, tiverem pleno acesso, direitos de inscrição e permissão para utilizar suas bandeiras e hinos nacionais”, disse Bratbakk nesta terça-feira (21).

Atletas da Rússia e de Belarus passaram a competir em eventos da WA com seus respectivos uniformes, bandeiras e hinos desde 14 de abril. A entidade global acrescentou que os dois países retomarariam seus direitos plenos de filiação.

Competidores russos e bielorrussos haviam sido banidos de eventos esportivos internacionais após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, iniciada em fevereiro daquele ano e parcialmente lançada a partir do território bielorrusso.

A Noruega agora busca ampliar o movimento com um boicote regional à organização de eventos.

“Temos uma reunião marcada com colegas nórdicos na próxima semana, na qual esperamos que nossa posição gere impulso contra a decisão tomada pela World Aquatics”, afirmou Bratbakk.

A medida segue posicionamento semelhante adotado pela Polônia na última sexta-feira (17).

A World Aquatics não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News