Veja as principais notícias no MODO STORIES
Atirador que matou sete pessoas em bar de MT tem indenização reduzida e segue preso
Ager abre consulta pública para discutir redução das perdas de água em Mato Grosso – Canal Diário
Força Nacional do SUS apoia atendimentos no Amazonas após incêndios
À CNN, Dallagnol descreve “clima tenso” nos bastidores de debate na Band
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Importações para pesquisa pública terão imunidade tributária
Câncer de mama e próstata: 156,5 mil casos ao ano reforçam papel do seguro
Mesmo perfume, cheiros diferentes: entenda como isso acontece
NOVA MUTUM CLIMA

Ebola: moradores invadem hospital na República Democrática do Congo para exigir corpo de líder religioso morto




Coroinha carrega cruz usando máscara para limitar a propagação do surto de Ebola no leste da República Democrática do Congo, durante uma missa na Catedral de Bunia, em Bunia, em 24 de maio de 2026
SEROS MUYISA / AFP
Habitantes da província de Ituri, na República Democrática do Congo, onde fica o epicentro do surto de ebola, invadiram um hospital exigindo o corpo de um líder religioso morto em decorrência do vírus, informaram as autoridades nesta segunda-feira (25).
Em Mongbwalu, uma grande cidade da província de Ituri, no nordeste do país, foi detectado pela primeira vez o atual surto da febre hemorrágica viral, em 15 de maio. Desde então, o vírus matou mais de 200 pessoas no país.
No domingo à noite, “um grupo de jovens atacou o hospital em quatro ocasiões”, declarou à AFP um funcionário do hospital.
“Queriam recuperar o corpo de um pastor católico que havia morrido de ebola”, explicou o funcionário, que pediu para não ser identificado. A vítima era “muito conhecida, um líder religioso de Mongbwalu”, uma cidade de 130.000 habitantes.
Os soldados intervieram para dispersar a multidão com disparos de advertência, indicou a fonte.
Agora no g1
OMS alerta que é ‘provável’ que surto de Ebola fique mais grave e registra 220 mortes suspeitas
Doença viral mortal
O ebola é uma doença viral mortal transmitida por contato direto com fluidos corporais. Pode provocar hemorragias graves e falência de múltiplos órgãos.
Não há vacina nem tratamento para a cepa Bundibugyo, responsável pelo surto atual, o 17º que afeta este vasto país da África central, de mais de 100 milhões de habitantes.
As tentativas de frear sua propagação dependem principalmente de medidas de precaução e do rápido rastreamento de contatos.
Nas zonas rurais da RDC, “os familiares se lançam sobre os corpos, tocam os cadáveres e as roupas dos mortos enquanto organizam rituais funerários que reúnem muitas pessoas”, explicou na semana passada à AFP Jean Marie Ezadri, líder da sociedade civil em Ituri.
O centro médico de Mongbwalu não é o primeiro dessa província a ser atacado.
Na quinta-feira, várias pessoas incendiaram tendas utilizadas para isolar pacientes com ebola no hospital de Rwampara, depois que a família de uma pessoa morta foi proibida de levar o corpo para enterrá-lo, devido ao risco de contágio.
Fiéis se reúnem antes de uma missa na Catedral de Bunia, seguindo as instruções das autoridades locais para limitar a propagação do surto de Ebola em Bunia, em 24 de maio de 2026
SEROS MUYISA / AFP



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News