“A dança vai estar nas redes sociais enquanto ela for um dispositivo de captura da atenção e, se assim for, que a gente possa, enquanto profissionais, enquanto família, se aproximar disso e assegurar a segurança, principalmente de crianças e jovens, mas da comunidade geral que estão expostas a esses estímulos dançados nas redes”, diz Maia.











