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China recria pessoas e pets falecidos em com dispositivo digital


Empresas de tecnologia na China começaram a vender dispositivos com inteligência artificial capazes de recriar versões digitais de pessoas falecidas a partir de fotos, vídeos e áudios. Os chamados “deadbots” podem ser adquiridos por valores baixos, a partir de cerca de £2 (cerca de R$ 13 reais), e já fazem parte de um mercado em rápida expansão no país.

Os aparelhos geram avatares que reproduzem aparência, voz e até padrões de comportamento dos indivíduos, permitindo interações em tempo real. A proposta é oferecer conforto emocional para familiares, especialmente em casos de luto recente ou solidão prolongada.

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Como funcionam os avatares digitais


Para criar a simulação, as empresas solicitam materiais pessoais do indivíduo, como registros audiovisuais, que são processados por algoritmos de IA. O resultado é um clone digital capaz de conversar, responder perguntas e imitar trejeitos característicos da pessoa recriada.

Em alguns casos relatados pela mídia local, esses avatares são utilizados diariamente por familiares, simulando ligações ou conversas rotineiras. Questões como consentimento, uso indevido de imagem e possíveis impactos psicológicos estão no centro das discussões.

Diante disso, autoridades chinesas já estudam regulamentações para limitar abusos e garantir transparência no uso dessas ferramentas. Curte como as tecnologias estão transformando até mesmo a forma como lidamos com memória e emoções, continue no TecMundo para mais histórias, análises e novidades sobre o futuro digital.



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