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BRB aprova aumento de capital de até R$ 8,81 bilhões em meio à crise


Os acionistas do Banco de Brasília (BRB) aprovaram, nesta quarta-feira (22), o aumento de capital da instituição, controlada majoritariamente pelo Governo do Distrito Federal, que possui 53,7% das ações.

A decisão foi tomada durante Assembleia Geral Extraordinária e autoriza a emissão de ações ordinárias e preferenciais, com valor unitário de R$ 5,36, em operação privada. O montante total pode alcançar até R$ 8,81 bilhões.

Segundo a instituição, a medida deve elevar o capital social dos atuais R$ 2,344 bilhões para um patamar mínimo de R$ 2,88 bilhões, podendo chegar a R$ 11,16 bilhões, dependendo da adesão dos investidores.

O banco afirma que a iniciativa busca reforçar sua estrutura de capital, garantir níveis adequados de capitalização e ampliar a capacidade de crescimento das operações, além de melhorar indicadores financeiros e patrimoniais.

Para viabilizar o processo, o Conselho de Administração recebeu autorização para conduzir todas as etapas necessárias à implementação do aumento de capital.

Durante a assembleia, também foram confirmadas as nomeações de Nelson Antônio de Souza para a presidência da instituição, além de Joaquim Lima de Oliveira e Sergio Iunes Brito para o Conselho de Administração.

Crise institucional

A decisão ocorre em meio a uma crise institucional sem precedentes enfrentada pelo BRB. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema de fraudes financeiras relacionado à aquisição de créditos do Banco Master, que gerou prejuízos bilionários.

O caso levou à prisão de envolvidos e ao afastamento do ex-presidente do banco, suspeito de participação em crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Em tentativa de reequilibrar suas contas, o BRB anunciou recentemente um acordo para transferir parte desses ativos a uma gestora de investimentos. A operação prevê pagamentos imediatos entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões, além de valores adicionais condicionados à recuperação dos créditos.

Especialistas avaliam que a estratégia pode trazer alívio temporário ao banco, mas destacam que outras medidas estruturais serão necessárias para garantir a recuperação da instituição no longo prazo.

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