A banca examinadora do concurso público da Câmara de Figueirópolis d’Oeste (MT), organizada pela empresa Policon Tecnologia e Gestão, reconheceu um erro material na confecção do cartão-resposta e concedeu a pontuação de uma questão a um candidato que havia sido prejudicado pela divergência. A medida foi publicada no Diário Oficial de Contas, dessa terça-feira (3).
O erro foi identificado após uma ação apresentada pelo candidato Jeferson de Jesus Teixeira, que relatou ter marcado a alternativa E na questão 3, embora o caderno de provas apresentasse opções apenas de A a D.
Ao analisar o caso, a banca confirmou que o cartão-resposta continha uma alternativa a mais do que o previsto no edital e decidiu conceder ao candidato a pontuação da questão, considerando a resposta D.
No parecer, informou que o cartão-resposta foi confeccionado com cinco alternativas, enquanto o edital e a capa da prova objetiva previam somente quatro.
Com isso, a comissão decidiu deferir o pedido e computar o ponto da questão 3 para o candidato, considerando a alternativa D, mesmo que ele tivesse assinalado a letra E no cartão.

Outra questão foi anulada
O mesmo conjunto de decisões administrativas também registra recursos relacionados à questão 15, de Matemática e Raciocínio Lógico.
Nesse caso, a banca constatou divergência no resultado apresentado pelo gabarito preliminar. A resposta inicialmente considerada correta era 5,76, mas, após nova análise e cálculos, a comissão identificou que o resultado correto seria 3,6.
Os recursos foram deferidos e a questão acabou anulada por ausência de alternativa correta.










