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Alta do petróleo pode fazer Trump recuar na guerra do Irã?


A escalada do conflito entre EUA e Irã já provoca impactos significativos no mercado global de petróleo, levando o presidente americano, Donald Trump, a anunciar uma série de medidas emergenciais para tentar conter as consequências econômicas da guerra.

Entre as ações implementadas está a liberação de 400 milhões de barris das reservas estratégicas de petróleo, a maior intervenção desse tipo na história, superando a liberação de 185 milhões de barris ocorrida em 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia.

Além disso, os Estados Unidos decidiram flexibilizar algumas sanções sobre o petróleo russo, permitindo que países comprem o produto sob determinadas condições.

Impactos econômicos e ameaça iraniana

Especialistas apontam que o Irã possui capacidade real de causar sérias perturbações no mercado global de combustíveis.

A ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa parte significativa do petróleo mundial, e a possibilidade de ataques com drones às refinarias das monarquias árabes do Golfo já provocaram a paralisação de aproximadamente 2 milhões de barris diários de produção.

Segundo os analistas, o Irã possui meios para manter essa pressão mesmo diante da potência militar americana.

“Não é difícil fechar o Estreito de Ormuz, não é difícil atacar as refinarias das monarquias árabes do Golfo com drones. Basta danificá-las ou até ameaçá-las que elas já são fechadas”, explica um dos especialistas.

As medidas anunciadas por Trump devem promover apenas um alívio temporário nos preços. A situação só deve se normalizar quando o conflito cessar, o que não depende exclusivamente da vontade americana.

Embora Trump tente tranquilizar os mercados afirmando que pode encerrar a guerra quando quiser, analistas apontam que “uma guerra não é uma decisão unilateral”.

O impacto no bolso dos americanos em ano eleitoral representa um custo político significativo para Trump. Mesmo com a liberação das reservas estratégicas e a flexibilização das sanções ao petróleo russo, a recuperação dos preços aos níveis anteriores deverá ser lenta, já que em algum momento os países terão que recompor suas reservas estratégicas, mantendo a demanda elevada por petróleo.

Além disso, caso refinarias sejam forçadas a interromper a produção devido aos ataques, a retomada pode levar semanas, prolongando ainda mais a crise.

Os especialistas alertam que, se o conflito se estender por mais de duas semanas, o choque nos preços do petróleo poderá se espalhar por todos os setores da economia global, provocando redução da atividade econômica e aumento da inflação.



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