Em julho de 2025, o juiz da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, Francisco Ney Gayva, havia decidido levar a acusada a julgamento, ao aceitar a denúncia do MPMT pelos crimes de feminicídio, tentativa de aborto, simulação de parto, subtração de recém-nascido, ocultação de cadáver, fraude, falsidade ideológica e uso de documento falso.
Acusada de matar grávida em Cuiabá terá exame de saúde mental











