Veja as principais notícias no MODO STORIES
Brasileiro fora da Copa brilha em goleada do Chelsea sobre o Milan
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos na Argentina
Corregedoria capacita contadores credenciados e estagiários de Contabilidade
Dono da Voepass admitiu saber da omissão de panes e alertas em aeronaves
Agência Nacional de Proteção de Dados investiga plataforma Discord
Governo de MT troca comando da PGE após operação da PF
A Libertadores está de volta com as oitavas de final. Um estudo de análise espor…
“Brasileiro gosta de ler, mas tem dificuldade de acesso”, diz escritor
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

PGR defende validade de norma do CFM que proibiu assistolia fetal 


O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou nesta quinta-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável à restauração da vigência da resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez.  

O procedimento é usado pela medicina nos casos de abortos previstos em lei, como caso de estupro, anencefalia e para salvar a vida da gestante. 

Em 2024, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu liminarmente a resolução após analisar uma ação do PSOL contra a norma. Na ocasião, o ministro entendeu que houve abuso do poder regulamentar do CFM ao fixar regra não prevista em lei para impedir a realização do procedimento pelos médicos.

Para o Conselho, o ato médico da assistolia provoca a morte do feto antes do procedimento de interrupção da gravidez. Dessa forma, o procedimento deveria ser vetado.

No parecer, o procurador disse que cabe ao CFM resolver dilemas éticos do exercício da medicina e “não há arbitrariedade” na proibição.

“Ainda que se quisesse ver uma pretensão exigível ao aborto no caso do estupro, isso não tolheria o dever-direito do conselho de recusar o uso de técnica que, ao seu juízo técnico, é cruel para com o ainda não nascido que já se desenvolveu por mais de cinco meses no ventre materno”, disse Gonet.

Com o parecer da PGR, o Supremo poderá analisar o caso de forma definitiva. Não há prazo para o julgamento.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
 



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News