Apesar do avanço, os próprios pesquisadores fazem questão de frisar os limites da descoberta. A genética é importante para ajudar na descoberta e diagnóstico, mas está longe de explicar o transtorno sozinha. Mesmo uma pontuação genética de risco muito alta não pode ser usada para prever, de forma isolada, se uma pessoa vai desenvolver TPB.
Borderline pode ter origem genética, aponta maior estudo já feito sobr











