Com este estudo, conseguimos demonstrar, por meio da comparação entre métodos, que é possível usar o monitoramento não invasivo para identificar a pressão de perfusão cerebral ótima, ou seja, o valor individualizado de pressão arterial intracraniana. Enfim, temos evidências de que um sensor externo, sem riscos cirúrgicos e de custo acessível, pode guiar decisões clínicas que antes dependiam de um procedimento que exigia um investimento proibitivo para a maioria das instituições de saúde.
Monitoramento cerebral não invasivo: tecnologia brasileira é validada











