Veja as principais notícias no MODO STORIES
Democracia exige que perdedor respeite as regras do jogo, diz Fachin
Atirador que matou sete pessoas em bar de MT tem indenização reduzida e segue preso
Ager abre consulta pública para discutir redução das perdas de água em Mato Grosso – Canal Diário
Força Nacional do SUS apoia atendimentos no Amazonas após incêndios
À CNN, Dallagnol descreve “clima tenso” nos bastidores de debate na Band
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Importações para pesquisa pública terão imunidade tributária
Câncer de mama e próstata: 156,5 mil casos ao ano reforçam papel do seguro
NOVA MUTUM CLIMA

Fabricante de ração é processada por mortes de cavalos e riscos à saúde


O MPSP (Ministério Público de São Paulo) entrou com um processo contra uma empresa de nutrição animal que causou a morte de dezenas de cavalos e o adoecimento de centenas de bichos em um haras de Indaiatuba e em estabelecimentos situados em outras cidades do país.

Entre os pedidos feitos à Justiça estão o bloqueio de ativos dos réus, a proibição de retomada das atividades da empresa antes do cumprimento de exigências do MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária), a realização de recall dos produtos contaminados, a indenização dos consumidores prejudicados e o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos.

Segundo as investigações, a empresa usou resíduos de soja contaminados com alcaloides pirrolizidínicos na fabricação de rações para equinos, bovinos, suínos e aves.

Os dados reunidos pelo MAPA apontam 238 mortes confirmadas de equídeos em diferentes Estados do país. Em um haras de Indaiatuba, houve o registro de 29 mortes e cerca de 120 animais adoecidos.

Ludos laboratoriais e necropsias apontaram que as substâncias estavam presentes em concentrações até 2.600 vezes superiores ao limite considerado seguro para cavalos.

Também foram relatados óbitos e adoecimentos em propriedades de cidades como Campinas, Itu, Porto Feliz, Volta Redonda e Jaboticatubas.

Na época, houve um pedido de mandado de segurança contra a medida de suspensão cautelar da fabricação feito pela empresa, que foi recorrido pela pasta, apresentando novas evidências técnicas que reforçam o risco sanitário e comprovam a necessidade de manutenção das medidas adotadas.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News