A configuração das famílias mudou significativamente nas últimas décadas, e o número de lares chefiados por mães solo cresce no país. Segundo o Dieese, até o terceiro trimestre de 2022, esse tipo de arranjo correspondia a 11,053 milhões de famílias, sendo 61,7% dos lares chefiados por mulheres negras e 38,3% por mulheres não negras.

