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Trump critica votação do Senado que “limita” poderes de guerra contra o Irã


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou na noite de terça-feira (23) a votação do Senado para limitar seus poderes de guerra contra o Irã como “inoportuna e sem sentido”.

Em uma publicação na Truth Social, Trump acrescentou que o Senado, ao aprovar a resolução, “forneceu ajuda e conforto ao inimigo”.

“O Senado dos EUA decide realizar uma votação inoportuna e sem sentido sobre a Lei de Poderes de Guerra, dizendo ao maior patrocinador do terrorismo do mundo que os Estados Unidos não gostam do que estou fazendo contra eles e que eu devo parar”, escreveu Trump.

A resolução determina que o presidente retire as forças militares do conflito com o Irã, representando uma significativa repreensão a Trump e uma forte mensagem de que a guerra não conta com apoio no Congresso.

Trump também criticou os integrantes de seu partido que votaram a favor da medida.

“Quatro republicanos fracassados votaram com os ‘dumocratas’, e o Irã perguntou às minhas pessoas: ‘o que tudo isso significa?’. Esses senadores acabaram de tornar meu trabalho mais difícil, mas eu vou concluir o que precisa ser feito, de uma forma ou de outra, porque eu sempre consigo”, afirmou o presidente americano.

Os senadores republicanos Rand Paul, Susan Collins, Lisa Murkowski e Bill Cassidy se juntaram aos democratas na votação favorável à resolução, enquanto o senador democrata John Fetterman votou contra. O placar final foi de 50 votos a 48.

A medida já havia sido aprovada pela Câmara dos Representantes neste mês. No entanto, por se tratar de uma resolução concorrente, ela não exige a assinatura do presidente e, por definição, não tem força de lei.



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