Veja as principais notícias no MODO STORIES
Internacional e Grêmio ficam no zero pelas quartas da Copa do Brasil
Brasília lidera ranking de cidades com desenvolvimento sustentável
Chuva surpreende Nova Mutum após dia de calor intenso
Cuiabá sanciona lei que garante auxílio e passagem gratuita para moradores em vulnerabilidade voltarem à cidade de origem
Luis Castro desabafa após empate em clássico: “Ninguém tem paz”
Veja como foi a quinta-feira (27) dos candidatos a presidente
BR-364 terá trecho em pista simples por 30 dias entre Rosário Oeste e Nobres/MT | Power Mix
TSE marca julgamento sobre vídeo de Bolsonaro feito por IA
NOVA MUTUM CLIMA

Tenente preso por morte de PM se descrevia: “Príncipe, religioso e gostoso”


O Ministério Público de São Paulo denunciou o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada baleada dentro do apartamento onde o casal morava, no Brás, região central da capital paulista.

Em uma das partes do relatório policial citado na denúncia, após Gisele dizer que o achava um príncipe, o tenente preso pela morte da PM se descreveu da seguinte forma: “Sou mais que um príncipe, Sou Rei, Religioso, Honesto, Trabalhador, Inteligente, Saudável, Bonito, Gostoso, Carinhoso, Romântico, Provedor, Soberano…”

Segundo a denúncia, obtida pela CNN Brasil, o oficial é acusado de feminicídio, por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima, além de fraude processual por tentar simular um suicídio após o crime.

O tenente-coronel foi preso pela Polícia Militar, em sua casa em São José dos Campos, no interior de SP, na manhã desta quarta-feira (18).

De acordo com o Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 18 de fevereiro, por volta das 7h28. A acusação aponta que, durante uma discussão, o tenente-coronel teria segurado a vítima pela cabeça e efetuado um disparo de arma de fogo contra o lado direito do crânio.

Na sequência, ainda segundo a denúncia, o oficial teria manipulado a cena para dar aparência de suicídio. O documento afirma que ele posicionou o corpo da vítima, colocou a arma em sua mão, escondeu vestígios e lavou as mãos para dificultar a perícia.

O Ministério Público também sustenta que houve demora no acionamento do socorro. Conforme a acusação, o policial só teria chamado ajuda cerca de meia hora após o disparo, período em que teria alterado o local dos fatos.

A denúncia descreve o relacionamento como marcado por violência. Segundo os promotores, o oficial apresentava comportamento possessivo, controlador e autoritário, com episódios de agressões físicas, psicológicas e humilhações. Há ainda relatos de exigência de relações sexuais em troca do pagamento de despesas da casa e tentativas de isolamento da vítima de familiares e amigos.

Mensagens extraídas do celular do denunciado, segundo o MP, reforçam esse cenário. Em uma delas, a vítima afirma que queria se separar e relata ter sido agredida dias antes do crime. Em outra, o oficial descreve um modelo de relacionamento baseado na submissão da mulher.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News