De acordo com as apurações, a professora utilizava o acesso autorizado ao interior do Centro de Ressocialização de Várzea Grande, onde trabalhava em salas anexas de uma escola estadual, para ajudar na entrada dos objetos. O policial penal, por sua vez, teria usado as próprias atribuições funcionais para facilitar a entrada dos celulares e de outros itens destinados aos integrantes da organização criminosa.
Servidores são alvo por suspeita de levar celulares a facção em MT










