Na decisão, a juíza Maria Mazarelo Farias Pinto entendeu que não havia elementos que justificassem a manutenção da prisão preventiva. Segundo o documento, embora existam indícios da prática do crime, não foram identificados fatores que demonstrassem risco à ordem pública ou à aplicação da lei penal, requisitos necessários para manter a prisão cautelar.
Secretário exonerado após prisão por violência contra mulher é solto











