Veja as principais notícias no MODO STORIES
Policial Militar suspeito de matar ex-policial é preso em Sinop (MT)
EUA concluem ataques contra o Irã, atingindo cerca de 90 alvos, diz CENTCOM
Polícia Civil prende suspeito e apreende drogas em Rondonópolis
Descarga elétrica mata jovem em parque que sediou a COP30 no PA
Show das Águas em Cuiabá ganha novos horários; confira programação
Senai impulsiona indústria de Mato Grosso com R$ 46,7 milhões em inovação e tecnologia
Guarda Revolucionária confirma ataques contra alvos no Kuwait e no Bahrein
Nintendo vai encerrar Mario Kart Tour e não lançará modo offline para o game
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

“Se eleição fosse hoje, Lula não venceria”, avalia especialista


O cientista político Alberto Carlos Almeida afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrentaria grandes dificuldades para se reeleger caso o pleito ocorresse hoje. A declaração foi feita durante o Hora H desta quarta-feira (11), em análise à recente pesquisa Genial/Quaest, que apontou empate técnico em eventual segundo turno entre o mandatário e o senador Flávio Bolsonaro  (PL-RJ).

Segundo Almeida, a avaliação positiva do atual governo, medida pela soma de “ótimo” e “bom”, está em torno de 30% a 35%, índice considerado insuficiente para garantir uma vitória eleitoral com segurança. “Se a eleição fosse hoje, ele não venceria”, afirmou o especialista, destacando que esse percentual de aprovação coloca o atual presidente como “favorito para perder”.

O cientista político explicou que a avaliação do governo é o principal fator que influencia o voto em uma eleição para reeleição. “Você tem ali uma faixa, que é essa faixa que Lula está hoje, entre 30%, 35%, 36%, que é uma faixa difícil. A Dilma foi reeleita com muita dificuldade, com 36% de ótimo e bom”, comparou Alberto. Ele acrescentou que, historicamente, muitos governadores com esse percentual de aprovação não conseguem se reeleger.

Crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas

A análise também abordou o crescimento de Flávio Bolsonaro nas intenções de voto. De acordo com Alberto, esse fenômeno ocorre porque o eleitor que avalia mal o governo Lula, e que antes não tinha opção de candidato, agora encontrou uma alternativa. “Aquele eleitor que avalia mal o governo Lula, que não tinha candidato, passou a ter”, explicou.

“Eu achava o Lula ruim, ia votar nele, mas agora tem uma opção”, exemplificou Alberto, simulando o raciocínio desses eleitores.

Sobre as chances de recuperação, o cientista político foi direto: “Se a avaliação ótima e bom de Lula melhorar, ele fica sendo claramente o favorito”. Entretanto, caso os índices permaneçam estagnados, o cenário se complica para o atual presidente.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News