A FSB Holding prepara a edição de 2026 do Repcom sob um contexto em que a influência deixou de ser apenas uma ferramenta de comunicação e passou a ocupar um espaço mais estratégico dentro das empresas.
Em um ambiente marcado pelo crescimento da creator economy, pela força das redes sociais e pela exposição crescente de marcas e lideranças, o tema passou a ser discutido também sob a ótica da reputação, da governança e da tomada de decisão.
O evento será realizado em 21 de agosto, em São Paulo, e reunirá líderes empresariais, creators, executivos de grandes companhias e especialistas para debater o papel da influência na construção de credibilidade e valor para as marcas.
A proposta do encontro é ampliar a discussão sobre influência para além do marketing e da performance digital. Antes associado principalmente a alcance, audiência e vendas, o tema passa a ser tratado como um ativo de negócio, capaz de impactar percepção pública, reputação corporativa e até o risco das organizações.
“O mercado já entende a influência como potência de mídia e vendas. O que ainda está em construção é a compreensão da influência como ativo reputacional e tema estratégico de negócio”, afirma Marcos Trindade, CEO da FSB Holding.
Influência corporativa ganha espaço no C-Level
A mudança no papel da influência também acompanha uma transformação na forma como empresas e executivos se posicionam no ambiente digital.
Cada vez mais, lideranças corporativas passaram a atuar como produtores de conteúdo e porta-vozes das marcas, em uma tentativa de aproximar empresas de seus públicos e humanizar a comunicação institucional.
Para Alexandre Loures, sócio e líder da área privada da FSB Holding, parte relevante da percepção pública sobre as marcas hoje é construída fora das próprias empresas, por pessoas que carregam valores, histórias, símbolos e crenças.
Segundo Loures, esse movimento exige novos níveis de governança, responsabilidade e visão estratégica das organizações.
O sócio da FSB avalia ainda que há um mercado emergente de influência corporativa, no qual executivos C-Levels emprestam reputação e credibilidade às empresas em que atuam.
Credibilidade e confiança entram no centro do debate
A discussão ganha relevância em um momento em que a economia dos criadores segue em expansão e empresas enfrentam desafios crescentes relacionados à autenticidade, confiança digital e desinformação.
A influência passou a ter impacto direto sobre a forma como consumidores percebem marcas, produtos, serviços e lideranças. Ao mesmo tempo, fenômenos como crises digitais, polarização, deepfakes e circulação de informações falsas aumentam a pressão sobre empresas e executivos.
Nesse cenário, o Repcom 2026 pretende discutir como marcas podem construir influência de forma sustentável, estratégica e confiável. A agenda também deve abordar os caminhos para equilibrar alcance e responsabilidade em um ambiente no qual reputação e credibilidade se tornaram ativos centrais para os negócios.
“Mais do que discutir tendências, o Repcom 2026 propõe uma reflexão sobre como empresas, lideranças e marcas podem construir influência de forma estratégica, sustentável e confiável em um ambiente em que reputação e credibilidade se tornaram ativos centrais para os negócios”, afirma Pollyana Miranda, CEO da Deck, empresa do grupo FSB Holding especializada em marketing de influência.











