Caroline Rodrigues de Toni, conhecida como Carol de Toni, é candidata do PL ao Senado por Santa Catarina nas eleições de 2026, em sua quarta participação nas urnas.
Aos 40 anos, a deputada federal está no segundo mandato consecutivo na Câmara dos Deputados e tem como principal base eleitoral a região Oeste do estado.
Nascida em setembro de 1986, em Chapecó (SC), Carol de Toni é formada em Direito pela Unochapecó (Universidade Comunitária da Região de Chapecó) e tem mestrado em Direito Público pela Universidade Estácio de Sá. Antes de ingressar na política, trabalhou como advogada e professora universitária.
Na eleição de 2026, Carol disputa uma das duas vagas ao Senado que serão renovadas por Santa Catarina. Segundo os dados eleitorais disponíveis, declarou patrimônio de cerca de R$ 1,4 milhão à Justiça Eleitoral.
Carreira política
Carol de Toni começou a disputar eleições em 2016, quando concorreu ao cargo de vereadora de Chapecó pelo PP. Recebeu 1.589 votos e ficou como suplente, sem assumir o mandato. Dois anos depois, deixou o partido e foi eleita deputada federal pelo então PSL, com 109.363 votos.
Tomou posse em 2019 e, durante o primeiro mandato, integrou a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) como titular, além de ter participado, como suplente, de comissões como Agricultura, Educação e Defesa dos Direitos da Mulher. Também exerceu funções de vice-líder do PSL e de vice-líder do governo na Câmara.
Em 2022, foi reeleita para a Câmara pelo PL com 227.632 votos. A votação foi a maior entre os candidatos a deputado federal de Santa Catarina naquele pleito e mais que dobrou o resultado obtido por ela quatro anos antes.
No segundo mandato, Carol de Toni ampliou sua participação em cargos de direção da Câmara. Em 2023, coordenou o Fórum Parlamentar Catarinense, que reúne os deputados federais e senadores do estado. No ano seguinte, assumiu a presidência da CCJ, uma das principais comissões permanentes da Câmara.
A presidência da CCJ fez de Carol de Toni a primeira deputada federal de Santa Catarina e a segunda mulher na história da Câmara a comandar a comissão. Ela permaneceu no cargo de março de 2024 a março de 2025.
Em fevereiro de 2025, passou a ocupar a liderança da Minoria na Câmara, função que exerceu até novembro daquele ano. Atualmente, integra novamente a CCJ como suplente e é titular da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Também participa de comissões especiais sobre temas como inteligência artificial, sistema portuário e Plano Nacional de Educação.










