Na terça-feira, escrevi sobre a importância do exercício para o paciente com câncer, tema que abriu o 13º. Congresso de Geriatria e Gerontologia do Rio de Janeiro (GeriatRio 2026). Hoje, o assunto é autonomia, e aproveito para discorrer sobre dois painéis igualmente instigantes. O primeiro era uma roda de conversa intitulada “Autonomia em pessoas com declínio cognitivo”, que apresentou casos clínicos para serem debatidos. Um deles era sobre um homem de 81 anos, independente para realizar sozinho suas atividades do dia a dia, mas já necessitando de apoio no gerenciamento das finanças e manejo dos medicamentos. Com alta escolaridade e aposentado do serviço público – o que lhe garantia uma alta renda –, estava numa fase inicial de demência, provavelmente por Doença de Alzheimer. Viúvo e sem filhos, mantinha um bom relacionamento com os sobrinhos, mas se recusava a deixar sua casa para receber cuidados em uma instituição. Qual seria a melhor solução para este ido
Qual é o limite para a autonomia num cenário de demência ou fim de vida?










