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Proposta prevê regras para exploração comercial em áreas turísticas naturais de Mato Grosso


A exploração comercial em atrativos naturais, como rios, praias e cachoeiras de Mato Grosso, poderá passar por uma regulamentação nacional.

O Projeto de Lei 1032/2026 propõe estabelecer normas mais rígidas e claras para o ordenamento do turismo em áreas de preservação, com o objetivo de proteger o consumidor, garantir a segurança dos usuários e incentivar a economia local.

A medida impacta diretamente estados com forte apelo ecoturístico, como Mato Grosso, que concentra uma grande variedade de biomas e destinos naturais procurados por visitantes do país inteiro.

Fim de práticas abusivas e venda casada

O texto da proposta foca na transparência da oferta de produtos e serviços turísticos. Entre as principais diretrizes, o projeto visa coibir práticas comuns que geram reclamações por parte dos frequentadores, tais como:

  • Cobranças excessivas: Regulamentação de taxas pelo uso de infraestruturas básicas, como cadeiras, mesas e guarda-sóis.

  • Venda casada: Proibição de condicionar o acesso ou a permanência no local turístico à contratação obrigatória de pacotes, consumação mínima ou serviços adicionais.

Desenvolvimento regional e sustentabilidade

A regulamentação busca traçar um equilíbrio entre a conservação ambiental e o crescimento econômico. De acordo com o escopo do projeto, a padronização das atividades comerciais em pontos turísticos naturais serve como ferramenta para fortalecer pequenos negócios, o setor de hotelaria e a gastronomia regional.

Com regras de exploração bem definidas, a expectativa é que os municípios de Mato Grosso consigam captar o fluxo turístico de maneira mais ordenada, convertendo as riquezas naturais em geração de emprego estável e renda para as comunidades locais de forma sustentável.

A proposta segue agora para análise das comissões temáticas no Congresso Nacional.

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