O irmão gêmeo da vítima, Bruno Humberto, disse que momentos após a suposta carona, ele recebeu mensagens do celular do irmão, mas a forma como os textos foram escritos chamou a atenção da família, que pediu uma foto para confirmar que o professor estava bem. No entanto, a imagem enviada também levantou suspeitas, pois as tatuagens que Breno possui no braço não apareceram na foto.
Professor desaparecido pegou carona em moto sem identificação em MT









