Veja as principais notícias no MODO STORIES
Importação de máquinas agrícolas sobe 42%; vendas internas caem 16%
Pediatras alertam para riscos de brinquedos com IA
Advogado condenado por morte de delegado e investigado por atropelar idosa tem pena perdoada pela Justiça de MT
Zona Zero : Programação e Sessões Nova Mutum – AdoroCinema
Movimento Vovó Vota defende consciência cidadã contra abstenção
A 4 dias da eleição, Lula envia proposta de tarifa zero nos fins de semana
Emissão líquida de poluentes no país cai ao menor nível desde 2012
Leilão terá carros e motos com lances a partir de R$ 500 em Cuiabá; veja como participar
NOVA MUTUM CLIMA

Processo contra “faz-tudo” do PCC terá 50 testemunhas ouvidas em outubro


A Justiça Federal do Paraná marcou para outubro uma série de audiências para ouvir 50 testemunhas em um processo que tem entre os réus Willian Barile Agati, apontado pelas autoridades como integrante da alta cúpula do PCC (Primeiro Comando da Capital) e como elo da facção com a máfia italiana ‘Ndrangheta.

As oitivas foram agendadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba e estão previstas para ocorrer entre os dias 13 e 16 de outubro, sempre a partir das 13h. A programação antecede os interrogatórios dos acusados, marcados para 22 de outubro.

A agenda prevê duas testemunhas no primeiro dia. Em 14 de outubro, estão previstas 12 oitivas. No dia seguinte, serão 17 e, em 16 de outubro, outras 19 pessoas devem ser ouvidas. Ao todo, são 50 testemunhas relacionadas no cronograma judicial.

Interrogatórios

Após a etapa de depoimentos, a Justiça marcou para 22 de outubro os interrogatórios dos 14 réus do processo. Entre eles está Agati, preso na Penitenciária Federal de Brasília desde janeiro de 2025.

Também estão previstos os interrogatórios de Tharek Mourad Mourad, Daniel Bosso Rodrigues, Marlon da Conceição Santos, Thiago Almeida Denz, Anderson dos Santos Domingues, Andre Roberto da Silva, João Carlos Camisa Nova Junior, Cristian Gerardo Fuenzalida Guzman, Deusdete Januario Goncalves, Marco Antonio Bruno da Silva, Renan Machado Melo e Leonardo Ordonez Toro.

Caso alguma testemunha não seja ouvida nas datas inicialmente previstas, a decisão reservou o dia 29 de outubro para a realização de oitivas remanescentes e de interrogatórios que eventualmente precisem ser reagendados.

Ligação com a máfia italiana

Agati é apontado pelas autoridades como um dos principais vínculos entre o PCC e a ‘Ndrangheta. Segundo as investigações citadas no processo, ele teria atuado na logística de grandes remessas de cocaína destinadas à Europa.

A acusação também relaciona Agati à morte de Marco Antonio Carvalho, conhecido como “Marcos P2”, executado a tiros em abril de 2020 em um estacionamento de posto de combustível. A investigação aponta que o homicídio teria sido motivado por uma retaliação relacionada ao desaparecimento de duas cargas de cocaína avaliadas em cerca de US$ 4 milhões.

À CNN Brasil, Eduardo Maurício, advogado de defesa de Willian Agatti, informou que o processo segue em segredo de justiça. Veja nota na íntegra: 

“Eduardo Maurício, advogado de defesa de Willian Agatti, afirma que o processo está em segredo de justiça, mas que confia na inocência do seu cliente e sobretudo na nulidade da prova obtida através de interceptação telefônica ilegal do servidor SKY ECC, prova digital sem nenhuma preservação da cadeia de custódia da prova.”



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News