Veja as principais notícias no MODO STORIES
Justiça determina bloqueio de mais de R$ 5 milhões em investigações por crimes tributários em MT
Novo gameplay de Onimusha: Way of the Sword mostra vilões grotescos e novas armas
Obituário de Garrincha é publicado pelo NY Times 43 anos após a sua morte
VÍDEO: veja momento em que carro de família desacelera antes de veículo de luxo bater e matar menino de 4 anos em MT
Pesquisador de Sinop participa de projeto internacional com uma das múmias mais famosas do mundo
Análise: Investimentos em Inteligência Artificial mais que dobram em 2026
Criança é estuprada em piscina de clube em Cuiabá; suspeito é preso
VÍDEO: Bebê morre em acidente após mãe bêbada avançar preferencial no interior de MT 
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

PL Antifacção: Delegados dizem que texto retira recursos da PF


A ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal) manifestou nesta quarta-feira (25) decepção com o texto do PL Antifacção aprovado pela Câmara dos Deputados.

O projeto deixou de fora a criação do FUNCOC (Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas), promessa do Ministério da Justiça que garantiria que valores confiscados retornassem diretamente à PF. O texto aprovado prevê que bens e recursos apreendidos sejam destinados ao FNSP (Fundo Nacional de Segurança Pública), fundo cujos recursos são obrigatoriamente partilhados com os estados.

“A ADPF considera grave a ausência de previsão de destinação direta de recursos à Polícia Federal, limitando-se o projeto a mencionar o Fundo Nacional de Segurança Pública, que não constitui fonte permanente de financiamento para a instituição. Na prática, o projeto retira recursos da Polícia Federal e não garante novas fontes de financiamento”, informou a entidade, que solicitou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que encaminhe “imediatamente” o projeto de lei que cria o FUNCOC.

Os delegados também criticaram a supressão de ferramentas de investigação que haviam sido incluídas pelo Senado, mas retiradas pela Câmara, como o acesso facilitado a dados cadastrais, a captação ambiental unilateral, a ampliação do prazo de guarda de registros e a geolocalização em emergências.

Outro ponto de preocupação é a nova “ação autônoma de perdimento de bens”. Segundo a ADPF, a mudança pode gerar insegurança jurídica e comprometer o atual modelo de asfixia patrimonial,  estratégia que retirou R$ 10 bilhões das organizações criminosas apenas no último ano.

“Ao instituir a ação autônoma de perdimento de bens sem caráter subsidiário, o texto coloca sob risco instrumento já utilizado com reconhecida eficiência pela Polícia Federal na descapitalização do crime organizado”, concluiu o documento.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News