Veja as principais notícias no MODO STORIES
Futebol, política e personagens improváveis: a Copa do Mundo até agora
RJ: Policiais civis são baleados em ataque de traficantes na avenida Brasil
VÍDEO: garrafa de cachaça é retirada de carreta de motorista preso por embriaguez após acidente em Cuiabá
PF e Marinha apreendem drogas em embarcação na costa do Suriname
Ritmo da colheita de café está abaixo do observado em anos anteriores
Por ordem de Moraes, PF faz busca por armas na casa de Bolsonaro
Noskova vence Mertens e vai à semifinal inédita de Wimbledon
Poupança: saques superam depósitos em R$39,3 bilhões no semestre
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

PGR pede a condenação dos 5 acusados por morte de Marielle e Anderson


A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu a condenação dos cinco acusados de encabeçarem o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018, no Rio de Janeiro.

Oito anos após o crime, os réus começaram a ser julgados pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (24).

O vice-procurador-geral da República, Hindemburgo Chateaubriand, afirmou que as provas produzidas ao longo da instrução confirmam a responsabilidade criminal dos denunciados tanto pelos homicídios quanto pela participação em organização criminosa.

A PGR também pediu a fixação de indenização por danos morais em favor da assessora Fernanda Chaves, dos pais de Marielle, da filha e da viúva da vereadora, além do filho e da viúva de Anderson.

Segundo a Procuradoria, os irmãos Domingos Brazão e João Francisco Brazão, conhecido como Chiquinho Brazão, foram os mandantes do crime. A acusação afirma que ambos integravam uma organização criminosa com atuação na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ligada à milícias, grilagem de terras e formação de currais eleitorais.

Ainda de acordo com o Ministério Público, a ordem para executar Marielle e Anderson teria partido dos dois irmãos. Os homicídios foram qualificados por motivo torpe, promessa de recompensa e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

“Ações do partido prejudicaram os loteamentos irregulares que faziam parte dos planos futuros dos irmãos Domingos e João Francisco, sobretudo na área de Jacarepaguá”, afirmou Chateaubriand.

“Fartos dos confrontos com o Psol e depois com as intervenções de Marielle, os irmãos Brazão decidiram pelo homicídio da vereadora”, continuou.

A PGR também atribui a Rivaldo Barbosa, então chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, a atuação para assegurar a impunidade dos mandantes. Conforme a acusação, ele teria utilizado a autoridade do cargo para oferecer garantias de que as investigações não atingiriam os autores intelectuais do crime.

O major da Polícia Militar Ronald Paulo de Alves Pereira, conhecido como Major Ronald, é apontado como responsável pelo monitoramento da rotina de Marielle e pelo repasse de informações consideradas essenciais para a execução do atentado.

Já Robson Calixto Fonseca, o “Peixe”, é acusado de integrar a organização criminosa ao lado dos irmãos Brazão. Segundo a PGR, ele atuava em atividades ligadas à estrutura financeira e territorial do grupo, incluindo a intermediação com milicianos e a gestão de loteamentos irregulares na região de Jacarepaguá.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News