Veja as principais notícias no MODO STORIES
PF apreende 103,9 kg de skunk e prende dois homens em Rondônia
“Desafio dos sigilos” mobiliza QGs de Flávio e Lula a três dias do 2º turno
Unimed reinaugura clínica para acolher crianças e famílias neurodivergentes
Por que alguns cânceres de pulmão precisam de tratamento adicional depois da cirurgia e outros não, como o do Papa
Rússia e Ucrânia intensificam ataques após novas negociações com os EUA
Operação na fronteira intercepta carga de skunk avaliada em mais de R$ 1,2 milhão · Rádio Planalto Ji-Paraná
Campanha de Lula entra com ação no TSE para cassar chapa de Flávio
Meta é processada na Austrália por danos a crianças nas redes sociais
NOVA MUTUM CLIMA

Patrimônio de Alexandre Kalil cresceu 62% em meio a dívida trabalhista


O candidato ao Governo de Minas Gerais Alexandre Kalil (PDT) informou à Justiça Eleitoral um patrimônio 34,23% que o declarado na última eleição que concorreu, em 2022.

Neste ano, o ex-prefeito de Belo Horizonte declarou um valor de R$ 1.420.459,22 investido em um banco americano. No último pleito em que disputou pelo Edifício Tiradentes, ainda pelo PSD (Partido Social Democrático), Kalil registrou R$ 1.058.261,49.

O valor guardado no exterior equivale a um montante de US$ 270.739,53, que representa cerca de 23,91% do patrimônio total declarado por Kalil. Os valores estão no Delta National Bank and Trust Company, banco americano com sede em Nova York e Miami.

Esta é a segunda eleição que o valor aparece no patrimônio de Kalil. Quando eleito prefeito de Belo Horizonte em 2016 e em sua reeleição como chefe do executivo municipal em 2020, esses valores não foram declarados à Justiça Eleitoral.

O patrimônio total de Kalil, cadastrado em R$ 5.941.176,84, também cresceu em 62,6% em relação aos R$ 3.652.820,88 declarados em 2022.

Dívidas trabalhistas

Apesar do aumento de 62,6% em seu patrimônio, Kalil possui um histórico de dívidas trabalhistas ligadas a empresas controladas pela família, e que são negociadas na justiça.

Quando estava na cadeira de prefeito em Belo Horizonte, em 2019, a 2ª Vara Cível do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) determinou a penhora de 20% do salário de Kalil. O intuito era pagar a dívida trabalhista relacionada a Erkal Engenharia.

À época, ele recorreu à decisão afirmando que já tinha bens penhorados como garantia do pagamento da dívida.

Em 2022, quando concorreu pela primeira vez como governador e cadastrou o valor alocado no exteriror, o TJMG listava 125 processos trabalhistas contra duas empresas de Kalil, a Erkal Engenharia Ltda e a Fergikal Ltda, por possível atraso de salários, sonegação de INSS e o não recolhimento de FGTS.

A CNN entrou em contato com a equipe de Alexandre Kalil para questionar sobre a situação das obrigações trabalhistas das empresas citadas, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto.

Com informações da Itatiaia.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News