Para Kazunori, a falta de certeza não deve ser motivo para hesitar: quem nunca passou por um treinamento dificilmente conseguirá identificar com segurança se há pulso, de modo que, diante da dúvida sobre uma possível parada, o mais seguro é iniciar a compressão, já que o procedimento não traz risco para quem não está, de fato, em parada cardíaca.











