O problema está no que vem depois dessa decisão: segundo os autores do estudo, o valor que o SUS paga aos hospitais por esse tipo de tratamento não cobre o custo real de comprar o remédio, e o rombo financeiro acaba caindo sobre os próprios hospitais públicos —que, sem dinheiro suficiente, recorrem à quimioterapia, mais barata, mesmo quando ela não é a melhor opção para aquele paciente.

