O músico acompanhou ainda a criação da Orquestra CirandaMundo e esteve entre os primeiros integrantes do grupo. Na orquestra, teve contato com repertórios clássicos, populares e da música regional, além de dividir o palco com músicos reconhecidos. Aos 16 anos, passou a atuar como monitor e, depois, professor de flauta transversal no Instituto Ciranda. Desde então, trabalhou em Cuiabá e também nos polos de Poconé, João Carro, em Chapada dos Guimarães, Rondonópolis e Paraíso do Manso.

