Veja as principais notícias no MODO STORIES
Jovem de MT que aprendeu a costurar com o pai ganha prata em mundial na China
Cães considerados agressivos são capturados após avançarem contra hóspedes de hotel em Nova Mutum
Confira as fotos do Maracanã que já está pronto para receber a partida da NFL

L…
Noruega x Portugal: escalações e onde assistir ao jogo da Nations League
Saiba como as bets adoeceram e endividaram os brasileiros
Professora de MT é finalista de prêmio com projeto investigativo
satélite atinge fase cheia neste domingo (27) em Mato Grosso
Trump diz que homens presos em base britânica planejavam “grandes danos”
NOVA MUTUM CLIMA

ONG compra área da Mata Atlântica para corredor ecológico sul-americano


A ONG Onçafari, que atua na conservação da biodiversidade brasileira, anunciou, nesta quinta-feira (11), o início da implementação da iniciativa que pretende reconectar, por meio de corredores fluviais, ecossistemas fragmentados da Bacia do Rio Paraná, que se estende por Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai, com a compra da primeira propriedade privada no bioma Mata Atlântica.

A iniciativa é considerada o primeiro esforço multinacional voltado à conexão e restauração de mais de 2,5 milhões de quilômetros quadrados de paisagens naturais e recursos hídricos no coração da América do Sul.

A nova propriedade na Mata Atlântica marca o início das atividades da Jaguar Rivers Initiative neste trecho do corredor.

LEIA TAMBÉM: Países da América do Sul querem criar corredor ecológico maior que o Alasca

 

Para tornar possível a conectividade entre paisagens, a Jaguar Rivers Initiative adota um conjunto de quatro estratégias territoriais: arcas, zonas de amortecimento, trampolins ecológicos e rios de inundação.

As arcas são áreas naturais que funcionam como refúgios principais para a fauna e a flora. As zonas de amortecimento correspondem às áreas situadas entre ambientes mais preservados e aqueles alterados pela ação humana, destinadas a atividades de baixo impacto ecológico.

Os trampolins ecológicos são áreas estratégicas de vegetação natural ou em recuperação que funcionam como “pontes” entre diferentes habitats. Já nos rios e planícies de inundação é que a essência do projeto se revela, conectando florestas, criando refúgios e traçando rotas para a fauna.

O anúncio oficial ocorreu em Curitiba, durante a Conferência Nacional de Unidades de Conservação para Biodiversidade (UCBIO 2026), juntamente com o lançamento oficial da Jaguar Rivers Initiative no Brasil.

*Sob supervisão de Thiago Félix 



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News