Veja as principais notícias no MODO STORIES
Anvisa libera fabricação de produtos de limpeza da Unilever
OMS: dois em cada três jovens europeus dizem ter sofrido abusos
Mesa diretora é eleita por unanimidade na Câmara de Cuiabá; veja nova formulação
Peste na Sibéria: OMS avalia risco após morte de pesquisadora
Estudantes e policiais entram em confronto na França durante protestos
Pivetta vence até em redutos de prefeitos do PL que romperam com Wellington e leva os 142 municípios • Olhar Direto
Anvisa aprova novo tratamento para doença do enxerto contra hospedeiro
Starbucks aposta em lojas menores para driblar crise e recuperar clientela
NOVA MUTUM CLIMA

OMS: dois em cada três jovens europeus dizem ter sofrido abusos


Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com o estudo, realizado junto a 26 mil pessoas com idades entre 18 e 30 anos na União Europeia, Noruega e Islândia, um em cada cinco entrevistados revelou ter vivido quatro ou mais tipos de experiências adversas na infância.

Entre eles, 76,3% afirmaram ter necessitado de apoio profissional em matéria de saúde mental.

Segundo os resultados, o grupo apresenta maior probabilidade de sofrer violência, mas também de a exercer, tendo frequentemente sido alvo de ‘ciberbullying’ durante a infância. Os dados foram recolhidos entre novembro de 2025 e janeiro de 2026.

A OMS indica que a maior exposição a experiências adversas na infância aumenta o risco de abandono escolar, desemprego ou de viver em agregados familiares de baixos rendimentos. Os entrevistados tendem também a revelar menor confiança nos outros e um fraco sentimento de pertença à comunidade.

“Quando uma criança cresce num ambiente de violência ou num lar em crise, não nos deve surpreender que essas experiências a acompanhem anos mais tarde na escola, no mercado de trabalho e nas suas relações”, afirmou a diretora de Sistemas de Saúde da OMS Europa, Natasha Azzopardi-Muscat.

Ela destacou que não se trata de um problema que afeta apenas uma minoria, nem apenas uma questão de saúde mental, mas também de um desafio social e económico que exige a intervenção de vários setores além dos serviços de saúde.

Diante dos resultados, a OMS apelou a medidas para combater as condições que favorecem essas situações, especialmente a pobreza, a exclusão social e a violência nas comunidades.

A organização recomendou ainda que os sistemas de saúde e apoio social, bem como de educação e justiça, sejam capazes de identificar e responder de forma adequada às pessoas afetadas por adversidades na infância, ajudando-as a quebrar o ciclo antes de ele ser transmitido à geração seguinte.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News