Veja as principais notícias no MODO STORIES
Brasil no Mundo passará a ser exibido às 21h de quinta, na TV Brasil
Cesta básica fica mais cara em 17 capitais brasileiras em junho
FMI eleva projeção para PIB do Brasil, mas prevê desaceleração em 2027
Como Campo Verde se tornou o maior polo têxtil de Mato Grosso
Nova Mutum mantém vacinação contra gripe para grupos prioritários
Shakira bate recorde ao atingir 100 milhões de ouvintes mensais no Spotify
PF não encontra armas após cumprir busca na casa de Bolsonaro
'Filme de terror': a ameba 'comedora de cérebros' que tem se espalhado pelo mundo
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Ocupação indígena: veja momento em que manifestantes chegam à Cargill


Os manifestantes invadiram o terminal privado da empresa Cargill na última sexta-feira (20) e continuam a ocupação durante durante a noite deste sábado (21). Segundo a empresa norte-americana a operação segue interrompida.

A CNN Brasil teve acesso ao circuito de imagens da empresa que registraram a chegada dos indígenas no terminal privado, em Santarém, no Pará.

A manifestação acontece pela disputa entre o Governo e o CITA (Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns). Para os indígenas protesto foi orquestrado alegando que “os rios não são corredores de exportação” e alegam que seguiram a ocupação até a revogação do Decreto 12.600.

Manifestantes indígenas ocupam terminal portuário da Cargill em Santarém

Veja vídeo

Segundo a Cargill o conflito acontece entre as comunidades e o governo.

“A violência atual decorre de uma disputa em curso entre as autoridades governamentais e as comunidades indígenas, que interrompeu as operações no terminal de Santarém. Nossa principal preocupação é com a segurança de nossos funcionários, manifestantes e da comunidade ao nosso redor. Instamos as partes diretamente envolvidas a priorizarem a segurança, a se engajarem em um diálogo construtivo e a trabalharem em busca de uma solução que permita a retomada segura das operações e a continuidade do transporte de alimentos para onde são necessários”, diz trecho do comunicado da empresa.

Já a Fiesp também se manifestou contrária a invasão e demonstrou preocupação com o setor produtivo. “É inaceitável que uma empresa privada, que atua de forma regular, sob rígida observância da legislação e fiscalização permanente dos órgãos competentes, seja escolhida como alvo de ataques em razão de uma decisão de política pública federal cuja responsabilidade é exclusiva do Poder Executivo”, afirma o órgão.

Posição governamental

Por meio de nota oficial à Agência Brasil, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou acompanhar a mobilização dos povos indígenas. 

“As condições técnicas para a instalação de um grupo de trabalho interministerial – com a participação de órgãos federais e representantes indicados pelos povos indígenas da região, para organizar e conduzir os processos de consulta – já estão garantidas e, conforme acordado em reunião com as lideranças do movimento, aguarda o aval dessas lideranças, no momento em que julgarem adequado”, pontua o governo federal.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News