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“O Labirinto do Fauno” retorna a Cannes 20 anos após recorde de aplausos


O diretor mexicano Guillermo del Toro recebeu o maior tempo de aplauso de pé da história do Festival de Cannes há duas décadas pela fantasia histórica “O Labirinto do Fauno”, que retorna este ano à seção Cannes Classics.

Em entrevista à Reuters, Del Toro disse que os 22 minutos de aplausos dedicados ao seu filme em língua espanhola, há 20 anos, produziram uma “explosão de emoção humana”.

“Alfonso Cuarón estava lá comigo porque produzimos o filme juntos e ele disse: ‘deixe entrar, cara'”, relembrou Del Toro na terça-feira. “Não sou muito bom com elogios e ele disse: ‘deixe entrar, deixe o amor entrar’, e eu vivenciei isso dessa forma.”

“O Labirinto do Fauno” não venceu o prêmio principal, a Palma de Ouro, naquele ano, mas Del Toro seguiu em frente para ganhar o Oscar de Melhor Filme por sua história de amor com um monstro marinho, “A Forma da Água”, em 2018.

O filme, que foi remasterizado digitalmente, se passa na Espanha sob a ditadura de Franco e acompanha uma jovem que é atraída por um fauno mágico para completar três tarefas perigosas, enquanto lida com sua mãe grávida e doente e um padrasto militar cruel.

O conceito de “O Labirinto do Fauno” surgiu quando Del Toro estava em um momento de baixa criatividade após os ataques de 11 de setembro às Torres Gêmeas, em Nova York.

“Eu me senti realmente indefeso”, disse ele, que começou a questionar qual é o papel de um contador de histórias nessa situação.

“Achei que seria muito interessante ter um homem rígido, um capitão, tendo que enfrentar a magia — algo que parece imaginário, mas suas próprias noções do que é certo e do que é errado, as noções do capitão, também são imaginárias”, acrescentou.

O clássico cult, que também será exibido em 3D, está programado para ser relançado nos cinemas ainda este ano.



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