Para a Dra. Rochon, as conclusões põem em evidência uma lacuna que se abre de forma silenciosa. É indispensável que os médicos analisem o histórico farmacológico em cada consulta, e não apenas o que o paciente está tomando naquele momento. O estudo tem enorme importância para as mulheres mais velhas, uma vez que elas tendem a conviver com mais doenças crônicas do que os homens, fazem uso de um número maior de remédios e, em consequência, sofrem mais reações adversas. O resultado é uma exposição desproporcional ao risco de um efeito secundário ser confundido com um novo diagnóstico, em vez de ser atribuído à sua verdadeira origem.
Novo estudo identifica combinações de medicamentos potencialmente prejudiciais para os idosos










