Pesquisadores desenvolveram agora uma tecnologia para contornar esse obstáculo. O método usa proteínas artificiais projetadas por computador, chamadas WRAPs, que funcionam como uma espécie de capa ao redor das regiões que repelem a água. Com esse revestimento, as proteínas da membrana permanecem solúveis e estáveis em água, sem necessidade de detergentes.










