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Mulher morta a facadas é identificada 7 anos depois em Cuiabá




Fabricia Maria Ferreira tinha 48 anos na época do crime. Fabricia tinha 48 anos e era natural de Resplendor (MG). Ela é filha de Antonio Jose Ferreira e Carmen Guilhermina Maria Ferreira.
Politec
Fabricia Maria Ferreira, vítima de um homicídio ocorrido em novembro de 2018, foi identificada pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) nesta terça-feira (24), em Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, ela vivia em situação de rua e foi morta com um golpe de faca nas costas. Na época do crime, ela não havia sido identificada.
O corpo de Fabricia foi encontrado na manhã do dia 27 de novembro de 2018, no cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a Avenida Presidente Marques, na região central da capital.
Segundo a polícia, a vítima foi atingida por um objeto cortante nas costas. Mesmo ferida, ela ainda caminhou por cerca de um quarteirão antes de cair no local onde foi encontrada.
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Fabricia tinha 48 anos e era natural de Resplendor (MG). De acordo com a Politec, ela é filha de Antonio Jose Ferreira e Carmen Guilhermina Maria Ferreira.
A Politec informou que tenta localizar familiares da vítima.
Identificação das pessoas
A primeira fase do processo é a identificação do corpo que chega ao IML ou está no sistema como sem identificado. A coordenadora do projeto “Lembre de mim” e papiloscopista do IML, Simone Delgado, conta como este processo é realizado.
“Hoje em dia se entra um corpo não identificado, nós fazemos a coleta das impressões digitais, até mesmo em casos desafiadores, a gente consegue recuperar tecido de corpos em avançado estado de decomposição/ carbonizados e nós processamos essa impressão digital da pessoa desconhecida no sistema automatizado” , explicou ela.
A base biométrica utilizada para a identificação do corpo e da própria família é atualizada através dos documentos emitidos no estado. Por exemplo, ao atualizar o Registro Geral (RG), todos precisam tirar uma foto. Ao emitir o documento pela primeira vez, são coletadas as impressões digitais dos dez dedos. Estes dados (foto e impressão digital) também são utilizados para identificar os corpos no IML. Após a identificação do corpo, o próximo passo é rastrear os familiares.
“Cada indivíduo tem a digital única. Por conta dessa individualização, o sistema faz essa pesquisa e ele vai nos apontar os candidatos que tem as impressões digitais semelhantes. É assim que a gente consegue, por exemplo, já identificar qual que é a família daquela pessoa” , contou Simone.



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