O Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça contra a Agência Nacional de Mineração (ANM) após um estudo do Greenpeace apontar que autorizações de garimpo em Mato Grosso, Pará e Rondônia teriam sido usadas para “lavar” ouro extraído ilegalmente da Amazônia. Segundo o levantamento, o esquema movimentou 25,3 toneladas de ouro, avaliadas em cerca de R$ 18,4 bilhões, entre 2018 e março de 2026.
MT e outros dois estados são alvos do MPF por de lavagem de ouro











