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MP de Minas pede condenação de Kalil e cobra R$ 103 milhões


O MP-MG (Ministério Público de Minas Gerais) pediu a condenação do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) por improbidade administrativa ao acusá-lo de receber uma pesquisa eleitoral bancada por uma agência de publicidade que mantinha contratos com a prefeitura. A Promotoria cobra o ressarcimento de valores ligados aos contratos, que somam R$ 103,5 milhões.

A manifestação foi apresentada à Justiça na terça-feira (19), em resposta à defesa de Kalil. Segundo o Ministério Público, a agência Perfil 252 teria financiado uma pesquisa eleitoral de R$ 60 mil para avaliar o cenário político do então prefeito na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2022.

De acordo com a investigação, o pagamento da pesquisa teria funcionado como contrapartida para garantir a renovação e a execução de contratos de publicidade da empresa com o município.

A ação agora tramita apenas contra Kalil. Os demais investigados, entre eles ex-secretários municipais e o dono da Perfil 252, fecharam acordos com o Ministério Público e confessaram participação nas tratativas relacionadas à contratação da pesquisa.

Na manifestação protocolada em 19 de maio de 2026 à 2ª Vara de Feitos da Fazenda Pública Municipal de Belo Horizonte, o Ministério Público de Minas Gerais afirma ter reunido mensagens de WhatsApp, áudios e outros registros digitais que, segundo a Promotoria, comprovam as tratativas para a contratação da pesquisa eleitoral e a pressão exercida sobre o dono da agência de publicidade para custear o levantamento.

Além da condenação, o MP pede a suspensão dos direitos políticos de Kalil por até 14 anos, aplicação de multa civil e a perda de bens considerados obtidos de forma ilícita.

Kalil nega irregularidades e afirmou que a investigação criminal sobre o caso foi encerrada sem apontamento de crime. A defesa sustenta ainda que não há provas de participação direta do ex-prefeito nas tratativas investigadas.



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