A investigação teve início em 25 de março, na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Decor), após uma denúncia formal que apontou possíveis irregularidades no DAE. Entre os indícios levantados estão crimes contra a administração pública, como peculato, fraude administrativa, manipulação indevida de sistemas públicos, entre outras irregularidades.
MP aponta indícios de irregularidades no DAE e pede apuração no TJMT











