Veja as principais notícias no MODO STORIES
Pedrinho, presidente do Vasco, detona Bap: “Mau-caráter e hipócrita”
Manual traz nova classificação de riscos de desastres em áreas urbanas
Embrapa entrega propostas de agricultura sustentável para candidatos
Suspeito de matar homem após discussão por som alto em competição de cavalos é preso em MT
Tevez pelo Corinthians: 76 jogos, 46 gols e uma Série A como craque!E aí, tev…
Filho de policial em Cuiabá é alvo de investigação por série de roubos armados
Dia Nacional do Orgulho Lésbico é celebrado nesta quarta-feira
Quem é a assessora de Trump que viajou em um porta-malas para acompanhá-lo?
NOVA MUTUM CLIMA

Manual traz nova classificação de riscos de desastres em áreas urbanas


Após quase 20 anos, a publicação Mapeamento de Riscos: Conceitos e Métodos Aplicados a Processos Geológicos e Hidrológicos foi atualizada pela primeira vez. A ferramenta existe desde 2007 é a principal referência no país para gestão de risco em áreas urbanas.

Segundo o diretor do Departamento de Mitigação e Prevenção de Risco do Ministério das Cidades, Rodolfo Moura, o próprio uso do manual por técnicos, pesquisadores e gestores municipais apontou a necessidade de uma evolução de alguns conceitos, mas a urgência climática e a chegada de um super El Niño aceleraram o processo.

“A gente correu para antecipar o lançamento do livro entendendo que ele já pode ser um instrumento novo para identificar as áreas críticas, mas principalmente as pessoas que estão em situação de risco”, diz.

O manual atualizado está disponível online e de forma gratuita. Entre as mudanças em relação à versão anterior, a publicação trata de novos instrumentos tecnológicos para a gestão de risco e traz uma nova classificação, com foco nos riscos médio, alto e muito alto.

“Deixamos de lado outras classificações, porque se o risco é baixo ou inexistente não merece uma classificação”, explica Moura.

Novos conceitos foram abordados na versão atualizada como a delimitação de setores de risco hidrológico, como inundação, enchente e enxurrada, e também a descrição de processos erosivos, como rolamento de rochas e terras caídas – fenômeno que ocorre no Norte do país.

De acordo com Rodolfo Moura, a aplicação do manual permite que prefeituras façam o mapeamento das áreas de risco nos territórios e, a partir disso, elaborem seus planos municipais de redução de risco. Essas medidas podem retirar milhares de pessoas de zonas de risco de deslizamento, inundação e enxurrada no Brasil.

Em 2024, uma nota técnica publicada pela Casa Civil atualizou os números de municípios suscetíveis a deslizamentos de terras, alagamentos, enxurradas e inundações. São 1.942 cidades que expõem quase 9 milhões de brasileiros a esses desastres.

Segundo Moura, o caminho para enfrentar o desafio de tirar essas pessoas das áreas de risco é exatamente implementar o que o manual prevê, com ações de antecipação, identificação de riscos, fortalecimento da resiliência e adaptação das cidades.

“É por meio desse instrumento de mapeamento de risco, dos mapas, planos municipais de redução de risco, que municípios e os governos estaduais acessam recursos para essas obras”, destaca.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News