A conta oficial do ditador deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, publicou uma mensagem nas redes sociais neste domingo (28), enviando solidariedade ao país após os terremotos que atingiram o país na última quarta-feira (24).
“Cilia e eu elevamos nossas orações pelos que morreram, pelos feridos, pelos desaparecidos, por suas famílias e por todos aqueles que continuam lutando, minuto a minuto, para salvar vidas”, disse Maduro na publicação, referindo-se à sua esposa, Cilia Flores, que também está presa sob acusações de tráfico de drogas.
Ambos foram capturados em uma operação sem precedentes realizada pelos EUA no início deste ano.
Maduro então citou o capítulo 25 do Evangelho de Mateus, incluindo o versículo: “‘Quando foi que te vimos doente ou na prisão e fomos te visitar?’ E o Rei responderá: ‘Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes’”.
El pueblo venezolano con su fuerza espiritual y humana afronta esta terrible tragedia provocada por la fuerza sísmica de la naturaleza, con grandeza, fe, amor y esperanza.
Que la oración acompañe el rescate y que la unión abra el camino de la reconstrucción. pic.twitter.com/8jzhk7I3aI
— Nicolás Maduro (@NicolasMaduro) June 28, 2026
Não está claro se o próprio Maduro digitou a mensagem à sua equipe ou se aprovou o conteúdo dela.
Terremotos deixaram mais de 1.400 mortos
O resgate acontece enquanto as equipes internacionais seguem procurando sobreviventes após os fortes terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram a Venezuela.
Segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos chegou a 1.450, enquanto 3.150 pessoas ficaram feridas e 12.721 ficaram desalojadas.
Desde quarta-feira, o país registrou 430 réplicas, com La Guaira concentrando a maior parte da destruição.
Mais de 1.600 socorristas de diversas nações já chegaram ao país para reforçar as operações de busca e resgate. Equipes do Brasil, Colômbia, México, Estados Unidos, Espanha, Suíça, Equador, Chile, República Dominicana, Panamá e El Salvador participam dos trabalhos.
(Com informações de Mauricio Torres, da CNN em Espanhol)











